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TCE aponta que Governo de MS ainda não cumpriu metade das recomendações feitas após análise das contas de 2023
TCE aponta que Governo de MS ainda não cumpriu metade das recomendações feitas após análise das contas de 2023

Tribunal de Contas identificou apenas uma recomendação totalmente implementada; outras quatro foram cumpridas parcialmente e quatro seguem sem atendimento

O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) concluiu o monitoramento das recomendações expedidas ao Governo do Estado após a análise das contas anuais do exercício de 2023 e constatou que parte significativa das determinações ainda não foi integralmente cumprida pela administração estadual.

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Conforme acórdão publicado nesta terça-feira (21) no Diário Oficial do TCE-MS, apenas uma das recomendações emitidas pela Corte foi totalmente implementada pelo Governo de Mato Grosso do Sul. Outras quatro foram consideradas parcialmente cumpridas, enquanto quatro permanecem sem implementação.

O acompanhamento foi realizado no âmbito do processo de monitoramento das contas anuais de governo referentes ao exercício de 2023, cuja finalidade é verificar se as recomendações feitas pelo Tribunal após a emissão do parecer prévio estão sendo efetivamente adotadas pela administração estadual.

De acordo com o acórdão, o Tribunal declarou como integralmente implementada apenas a recomendação identificada pelo item "a". Já as recomendações dos itens "c", "d", "e" e "i" foram consideradas parcialmente implementadas. Em relação aos itens "b", "f", "g" e "h", o TCE concluiu que não houve implementação por parte do Governo do Estado.

A decisão foi aprovada por unanimidade durante a 14ª Sessão Ordinária Virtual do Tribunal Pleno, realizada entre os dias 29 de junho e 3 de julho deste ano, sob relatoria do conselheiro Osmar Domingues Jeronymo. Com a conclusão da fiscalização, o processo foi arquivado e apensado ao processo original de prestação de contas do exercício de 2023.

Embora o Tribunal tenha encerrado este monitoramento específico, o resultado evidencia que parte das recomendações formuladas ao Executivo estadual ainda depende de providências para alcançar o cumprimento integral das orientações técnicas emitidas pelo órgão de controle externo.

As recomendações expedidas pelo Tribunal de Contas têm como objetivo aperfeiçoar a gestão pública, fortalecer mecanismos de transparência, controle e eficiência administrativa, além de prevenir a repetição de falhas identificadas durante a análise das contas governamentais. O acórdão publicado nesta terça-feira, entretanto, demonstra que mais da metade dessas recomendações ainda não foi plenamente atendida pelo Executivo estadual.

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