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Servidores públicos mães atípicas se unem em ato por justiça e valorização em Campo Grande
Servidores públicos mães atípicas se unem em ato por justiça e valorização em Campo Grande


No dia 30 de maio de 2026, às 15h, em frente à Prefeitura de Campo Grande, o SINPROTEMP-MS e a AAPROEMS realizarão uma manifestação em defesa das mães atípicas, dos servidores públicos efetivos e temporários estaduais e municipais e dos aposentados. O ato reivindica equiparação salarial entre professores temporários e efetivos, respeito aos compromissos assumidos pelo governo do Estado, Revogação do aumento da contribuição por dependentes na CASSEMS, abertura de CPI para investigar o caso e, o fim do desconto de 14% incididos nas aposentadorias. Também será exigida a convocação imediata dos aprovados em concursos públicos, em uma demonstração de união e mobilização por dignidade e justiça social.

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No dia 30 de maio de 2026, o SINPROTEMP-MS (Sindicato dos Professores Temporários de Mato Grosso do Sul) e a AAPROEMS (Associação dos Administrativos e Professores do Estado de Mato Grosso do Sul) promoverão um importante ato em Campo Grande. A mobilização, marcada para às 15h em frente a Prefeitura de Campo Grande, busca dar voz a diversas bandeiras de luta, entre elas, a defesa das mães atípicas, servidores públicos estaduais e municipais, além de reivindicar melhorias salariais e o respeito aos compromissos assumidos pelo governo do Estado.

O presidente do SINPROTEMP-MS, professor Fábio Oliveira Rodrigues (Prof. Fábio), afirma: “Nós não podemos permitir que nossas vozes sejam ignoradas. As mães atípicas, os servidores e os aposentados merecem respeito e dignidade. Estamos aqui para cobrar o que foi prometido e exigir um futuro mais justo.”

O presidente da APROEMS, professor Leonardo Pescinelli Martins (Prof. Léo), acrescenta que: “Este ato é a unificação das lutas, une também a voz dos técnicos administrativos, professores, servidores em geral e a sociedade civil, na figura das mães atípicas, que foram esquecidos pelo executivo de ambas as esferas do poder público. Por exemplo: O compromisso de equiparação salarial foi que foi assumido, mas ainda não foi cumprido. Vamos mostrar que não aceitaremos migalhas.”

Outra pauta central do ato é a defesa das mães atípicas de Campo Grande, que vêm sendo negligenciadas pelo poder público municipal. Além disso, o ato visa a equiparação salarial entre professores temporários e efetivos da rede estadual. O governo do Estado assumiu o compromisso de igualar os salários, mas, até o momento, essa promessa não foi cumprida, gerando uma profunda injustiça na categoria.

O ato também será uma manifestação contra o aumento exorbitante da contribuição por dependente na CASSEMS, que passou de R$ 35 para R$ 450, um aumento de mais de 1000% e, também, contra o desconto de 14% sobre a aposentadoria dos pensionistas. Além disso, a mobilização se fará voz em defesa dos técnicos administrativos do Estado, que também enfrentam desafios salariais. Por fim, o movimento reivindica as chamadas imediatas dos aprovados nos concursos públicos do Estado e de Campo Grande, que aguardam há meses a convocação.

O ato, portanto, será uma demonstração clara de união e mobilização, mostrando ao governo estadual a necessidade de uma revisão das políticas salariais, o compromisso com as mães atípicas e a valorização de todos os servidores que sustentam o serviço público no Estado.

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