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Pedágio da BR-163 terá reajuste médio de 41,63% a partir de 5 de agosto; veja como ficam as tarifas
Pedágio da BR-163 terá reajuste médio de 41,63% a partir de 5 de agosto; veja como ficam as tarifas


Os motoristas que utilizam a BR-163 em Mato Grosso do Sul devem se preparar para um aumento nas tarifas de pedágio. A partir do dia 5 de agosto, entra em vigor o reajuste médio de 41,63% nas nove praças administradas pela concessionária Motiva Pantanal.

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A revisão tarifária foi aprovada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) após análise técnica e faz parte da repactuação do contrato de concessão da rodovia. O novo cálculo considera a recomposição monetária pela inflação acumulada e a aplicação do chamado degrau tarifário, mecanismo previsto no contrato para concessões que atingem metas de investimentos e execução de obras.

Com o reajuste, quem percorre os 845 quilômetros concedidos da BR-163 passará a desembolsar aproximadamente R$ 107,90 em pedágios, contra os atuais R$ 76,10, um acréscimo de R$ 31,80 no custo da viagem.

Confira alguns dos novos valores para veículos de passeio:

São Gabriel do Oeste: de R$ 7,50 para R$ 10,80;
Rio Verde de Mato Grosso: para R$ 10,40;
Pedro Gomes: para R$ 10,40;
Campo Grande: de R$ 10,00 para R$ 14,30;
Mundo Novo: de R$ 6,50 para R$ 9,20.

As demais praças também terão reajustes, com percentuais que variam entre 40,54% e 44%, conforme as características de cada trecho concedido.

Por que o aumento é superior a 40%?

Segundo a ANTT, o reajuste é resultado da combinação de dois fatores. O primeiro é a atualização monetária da tarifa pela inflação acumulada desde a última revisão. O segundo é o chamado degrau tarifário, previsto na repactuação do contrato de concessão e vinculado ao cumprimento das metas iniciais de investimentos assumidas pela concessionária.

A Motiva Pantanal havia solicitado um reajuste médio de 39,3%, mas aceitou o índice calculado pela agência reguladora, de 41,63%, que passa a valer a partir de 5 de agosto.

O reajuste impacta diretamente milhares de motoristas, transportadores e empresas que utilizam diariamente a principal rodovia de Mato Grosso do Sul, elevando o custo do transporte de pessoas e mercadorias em diferentes regiões do Estado.

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