Coxim deu início, nesta segunda-feira (15), ao Seminário do Patrimônio Cultural, evento que reúne pesquisadores, gestores públicos, artistas e representantes de instituições estaduais e federais para discutir a preservação da memória e dos bens históricos e culturais do município.

As atividades começaram durante a tarde, com visitas técnicas ao Museu Arqueológico e Histórico de Coxim (MAHC), ao Memorial Henrique Spengler e ao Parque Temático do Pantanal. Já à noite, a abertura oficial foi realizada no plenário da Câmara Municipal, contando com a participação de autoridades locais e estaduais, além de palestras voltadas à importância da preservação da memória coletiva.
Com o tema “Territórios Vividos e a Reinvenção das Memórias Coletivas”, o seminário busca fortalecer o debate sobre políticas públicas de preservação do patrimônio material e imaterial de Coxim, além de incentivar a participação da comunidade na construção de propostas para a valorização da cultura regional.
A programação continua nesta terça-feira (16), último dia do evento. As atividades tiveram início pela manhã com uma visita ao Letreiro Monçoeiro. No período da tarde, estão previstas visitas ao 47º Batalhão de Infantaria e ao Executivo Municipal.
À noite, a partir das 19h30, o seminário retorna ao plenário da Câmara Municipal com um painel sobre arqueologia, conduzido pelo arqueólogo do IPHAN, Rafael Sebastian Medeiros Saldanha. Em seguida, representantes da administração municipal irão debater os desafios relacionados à preservação do Pé de Cedro, considerado um dos principais símbolos históricos da cidade.
O encerramento também contará com uma apresentação sobre mecanismos e fontes de financiamento disponíveis para projetos voltados às áreas de patrimônio e memória, além de um debate final para a formulação de propostas que possam orientar futuras políticas públicas de preservação cultural em Coxim.
A iniciativa é promovida com o objetivo de fortalecer a identidade cultural do município, estimular a valorização dos espaços históricos e garantir que as tradições e a memória pantaneira sejam preservadas para as próximas gerações.



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