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Fábio Trad critica incentivos fiscais bilionários e questiona prioridades do governo Riedel
Fábio Trad critica incentivos fiscais bilionários e questiona prioridades do governo Riedel

Pré-candidato afirma que recursos poderiam reforçar saúde, segurança e infraestrutura em Mato Grosso do Sul

O pré-candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul, Fábio Trad, voltou a criticar a política de incentivos fiscais adotada pela gestão estadual e questionou as prioridades do governo diante das dificuldades enfrentadas pela população em áreas essenciais como saúde, infraestrutura e segurança pública.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Trad afirmou que o governo de Eduardo Riedel teria deixado de arrecadar cerca de R$ 12 bilhões em benefícios concedidos a grandes empresas. Segundo ele, os recursos poderiam estar sendo utilizados para fortalecer serviços públicos e ampliar investimentos em setores considerados estratégicos para a população sul-mato-grossense.

“O dinheiro que poderia melhorar o atendimento nos postos de saúde, recuperar estradas e contratar mais policiais está sendo direcionado para beneficiar grandes grupos econômicos”, afirmou o pré-candidato.

A declaração reacende um debate antigo em Mato Grosso do Sul: o equilíbrio entre incentivos fiscais para atração de empresas e os investimentos diretos em políticas públicas. Defensores do modelo argumentam que os benefícios tributários ajudam a gerar empregos, movimentar a economia e estimular novos investimentos privados no Estado. Já críticos apontam que a política de renúncia fiscal precisa apresentar retorno social mais evidente, especialmente em um cenário de dificuldades enfrentadas pelo estado e por municípios em áreas essenciais.

Nos bastidores políticos, a fala de Fábio Trad também sinaliza uma possível linha de discurso da oposição para as eleições de 2026. A tendência é que temas ligados à arrecadação, prioridades orçamentárias e qualidade dos serviços públicos ganhem espaço no debate eleitoral ao longo dos próximos meses.

A crítica ocorre em meio a cobranças frequentes da população relacionadas à situação da saúde pública, às condições de rodovias estaduais e ao aumento da sensação de insegurança em diferentes regiões do Estado. O tema econômico também deve ocupar papel central no cenário político, principalmente diante das discussões sobre crescimento, distribuição de investimentos e impacto social das políticas fiscais adotadas pelo governo estadual.

Para conferir a fala do pré-candidato acesse aqui.

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