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Líder do PT acusa Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira de tentativa de golpe continuado
Líder do PT acusa Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira de tentativa de golpe continuado

Caso será levado à Polícia Federal como crime contra a soberania nacional

O líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados afirmou que os deputados Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira estariam promovendo uma “tentativa de golpe continuado” ao defenderem, segundo ele, uma intervenção estrangeira no Brasil após a recente invasão na Venezuela.

De acordo com o parlamentar, os três estariam utilizando as redes sociais para estimular abertamente uma intervenção armada dos Estados Unidos no país, o que, na avaliação dele, configura crime contra a soberania nacional e o Estado Democrático de Direito. O líder petista anunciou que protocolará representação na Polícia Federal para que os fatos sejam investigados.

Nas declarações, o deputado citou publicações e entrevistas atribuídas a Eduardo Bolsonaro, nas quais o parlamentar teria defendido sanções internacionais, tarifas econômicas e até a presença de um porta-aviões americano no Lago Paranoá, em Brasília. Segundo o líder do PT, Eduardo também teria sugerido ataques a embarcações brasileiras na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, após ações militares dos Estados Unidos no Caribe.

Flávio Bolsonaro também foi citado pelo petista, que afirmou que o senador já declarou que os Estados Unidos poderiam interferir nas eleições brasileiras de 2026, além de ter defendido, em outras ocasiões, a presença de forças militares estrangeiras no país.

Já em relação a Nikolas Ferreira, o líder do PT afirmou que o deputado estaria “estimulando a intervenção militar estrangeira” por meio de publicações com montagens e ironias envolvendo militares norte-americanos, o que, segundo ele, também configura crime. Para o parlamentar, esse tipo de manifestação ultrapassa a liberdade de expressão e se enquadra como ataque direto à soberania nacional.

“Isso é crime de traição à pátria, previsto na Constituição Federal. Defender intervenção armada estrangeira é atentar contra o Estado Democrático de Direito”, afirmou o deputado, ao reforçar que os três parlamentares devem ser investigados pelas autoridades competentes.

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