Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao acessar o site, você concorda com a política de utilização de cookies.

Com Lula, Brasil chega a 103 milhões de trabalhadores e bate novo recorde
Com Lula, Brasil chega a 103 milhões de trabalhadores e bate novo recorde

Levantamento do IBGE mostra que desemprego caiu ao menor patamar da série histórica; participação feminina também alcançou marca inédita, com 44,8 milhões de mulheres ocupadas

Desde que assumiu o seu terceiro mandato, o Brasil de Lula voltou a bater recorde no mercado de trabalho. O país chegou a 103 milhões de pessoas ocupadas em 2025, o maior número desde o início da série histórica do IBGE, em 2012. O resultado divulgado nesta quarta-feira, 23. Segundo a PNAD Contínua, do IBGE, o número de brasileiros ocupados cresceu 15,4% desde 2012.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O número de desempregados, por outro lado, caiu para 6,1 milhões, o menor já registrado pelo levantamento. O nível de ocupação chegou a 59,1%, também recorde da série histórica. Os dados reforçam uma trajetória que vem se repetindo desde a volta de Lula à Presidência: recorde atrás de recorde no mercado de trabalho.

A evolução foi ano a ano. Em 2023, primeiro ano do atual governo, a taxa média de desemprego caiu para 7,8%. Em 2024, recuou novamente e chegou a 6,6%, então o menor índice da série histórica. Em 2025, o Brasil renovou a marca: 5,6%. No último trimestre daquele ano, a taxa chegou a apenas 5,1%.

É uma mudança que aparece não apenas nas estatísticas, mas também na vida de milhões de famílias brasileiras. Mais gente trabalhando significa salário entrando em casa, comida na mesa, consumo movimentando o comércio e mais oportunidades girando a roda da economia.

Emprego com carteira assinada continua crescendo
Os números do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostram que o Brasil criou 972.203 empregos com carteira assinada somente entre janeiro e julho de 2026. Com isso, o país chegou a mais de 48 milhões de vínculos formais.

O resultado dialoga com uma das prioridades defendidas pelo Governo Lula desde janeiro de 2023: recuperar emprego e renda e reconstruir políticas públicas capazes de movimentar a economia.

A retomada de investimentos públicos, também a valorização real do salário mínimo, o fortalecimento do Bolsa Família, o Novo PAC, o Minha Casa, Minha Vida e políticas de crédito e incentivo aos pequenos negócios fazem parte dessa estratégia econômica e social do Governo Lula.

Outro dado ajuda a mostrar que emprego e política social não são caminhos opostos. No primeiro quadrimestre de 2026, pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) responderam por 610,4 mil das 699,7 mil vagas líquidas abertas no país, segundo dados divulgados pelo governo federal. Beneficiários do Bolsa Família ocuparam 438,3 mil desses novos postos.

Ou seja: brasileiras e brasileiros alcançados pelas políticas de proteção social também estão entrando no mercado formal de trabalho.

Mais mulheres trabalhando

O novo levantamento do IBGE também mostra uma mudança importante na participação feminina no mercado de trabalho.

O Brasil chegou a 44,8 milhões de mulheres ocupadas em 2025. Em comparação com 2012, o crescimento foi de 20,5%. Entre os homens, a expansão no mesmo período foi de 11,7%.

O trabalho por conta própria também cresceu. Essa parcela representava 22,4% das pessoas ocupadas em 2012 e chegou a 25,4% em 2025. Ao mesmo tempo, aumentou a formalização: 27,1% dos trabalhadores por conta própria já possuíam CNPJ, maior proporção da série histórica.

Serviços e setor público ampliam oportunidades
A expansão do mercado de trabalho brasileiro ocorreu em diferentes frentes, com destaque para atividades ligadas aos serviços e ao setor público. De 2012 a 2025, administração pública, defesa, educação, saúde e serviços sociais ganharam 4,9 milhões de trabalhadores, reforçando o peso dessas áreas na geração de ocupação no país.

Outro avanço expressivo ocorreu no conjunto formado por informação e comunicação, mercado financeiro, atividades imobiliárias, profissionais e administrativas. Juntos, esses segmentos passaram a empregar mais 3,8 milhões de pessoas no período, acompanhando as transformações da economia e a crescente participação dos serviços no mercado de trabalho brasileiro.

Educação alavanca oportunidades para os jovens
Um dado relevante sobre o mercado de trabalho é o que se refere à mudança no perfil de quem está trabalhando no país: o brasileiro ocupado está cada vez mais escolarizado. Em 2025, 68,5% dos trabalhadores tinham pelo menos o ensino médio completo. Em 2012, essa parcela ainda não chegava à metade da população ocupada.

O crescimento também aparece entre aqueles que chegaram à universidade. A participação de trabalhadores com ensino superior completo avançou de 14,1% para 24,9% no período. Ao mesmo tempo, caiu de 32,6% para 18,3% a proporção de pessoas sem instrução ou com o ensino fundamental incompleto.

Esse cenário reforça a importância de políticas públicas que mantenham os jovens na escola e ampliem suas perspectivas de formação e de ingresso no mercado de trabalho. No terceiro governo do presidente Lula, uma das principais iniciativas nessa direção é o Programa Pé-de-Meia, voltado a estudantes do ensino médio público que atendem aos critérios do programa para incentivá-los a permanecer na escola.

A criação de Institutos Federais e investimentos nas universidades públicas também se refletem nesses números positivos, especialmente entre os jovens.

Desde que Lula voltou ao Palácio do Planalto, o desemprego caiu, a ocupação cresceu, o emprego formal avançou e milhões de brasileiros e brasileiras entraram ou retornaram ao mercado de trabalho.

Notícias Relacionadas

Comentários