Decisão aponta que Capital não atende critério de relevância social do Programa Mais Médicos
O Ministério da Educação (MEC) negou o credenciamento da Faculdade de Medicina de Campo Grande, vinculada à E.T.O Educacional. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e tem como base o entendimento de que o município não atende ao critério de relevância social exigido pelo Programa Mais Médicos.

De acordo com o MEC, Campo Grande já possui uma proporção de 3,92 médicos por mil habitantes, índice superior ao parâmetro nacional, que é de 3,73 profissionais para cada mil pessoas. Esse fator pesou na avaliação sobre a necessidade de abertura de novas vagas na área médica na Capital.
Apesar de a instituição ter recebido Conceito Institucional 4 na avaliação realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o município não está incluído entre as regiões priorizadas pelo Edital nº 1/2023, que regula a autorização de novos cursos de Medicina no país.
O edital estabelece critérios técnicos e sociais para a expansão da formação médica, priorizando localidades com menor número de profissionais de saúde. Com isso, o pedido de credenciamento acabou sendo indeferido pelo Ministério da Educação.


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